quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Relatório
Na última aula de ciências a nossa professora pôs um filme que falou sobre o seguinte:
Começou com uma equipa que retirou seres vivos do solo para depois os analisou, e utilizou para experiências, explicou como proceder e apontou os cuidados que tinham que ter durante esse procedimento.
Falou da extinção dos dinossauros de como tinha acontecido e que transformações causou o fenómeno ao nosso planeta. Até pós em hipótese virmos a ser a próxima extinção em massa na Terra.
Apresentou a teoria da formação da Terra, o que aconteceu e como a Lua se formou, existem 2 teorias mas apenas vou referir a que acho mais provável, esta teoria diz que á muito tempo atrás um asteróide enorme deve ter chocado contra a Terra fazendo com que alguma massa se solta-se formando-se asteróides que permaneceram na órbita, esses começaram-se ajuntar dando origem á Lua, daí a quantidade de crateras que nela encontramos.
Mencionou também que as cianobactérias foram as responsáveis pela abundância de oxigénio existente, e que foram os 1º seres vivos a “viverem” na Terra, dando origem a todos os outros. Ainda hoje existem.
Explicou como se forma um fóssil e qual o seu papel, os fósseis são raros embora em alguns países nem tanto.
Vimos uns geólogos que tinham como objectivo descobrir a que profundidade se encontravam umas rochas, para isso utilizaram explosivos e aparelhos que mediam a distância das ondas sonoras, ao rebentarem foram transmitidas ondas sonoras que ao embaterem nas rochas voltaram, fazendo os aparelhos registar o sucedido.
Observamos uma senhora a mergulhar até aos fundos oceânicos para explorar uma espécie de grutas, e como encontrou vestígios de morcegos tirou partido de que essas grutas já tinham estado secas.
Outras 2 pessoas estavam em continentes diferentes (África e América) e encontraram o mesmo tipo de rocha, provando que as placas tectónicas estão em constante movimento.
Por último Observamos um desfiladeiro enorme, em forma de ferradura, com algumas cataratas já secas. E o geólogo que observava pôs em hipótese que um rio tinha originado aquele desfiladeiro, era uma espécie de lago gelado cercado por uma barragem de rocha, entretanto o gelo secou e a força da água foi criando a forma actual do desfiladeiro, e que essa água foi acabando por secar, mas ninguém apoiou a sua teoria.
Como podem ver o filme “Mundo fascinante” fala de toda a matéria que demos até agora no 8º, até mesmo dos minerais, que estamos a dar.
Espero que tenham gostado tanto como eu.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009




Aparecimento de vida na terra:

- Por algum tempo durante os primeiros 800 milhões de anos de sua história, a superfície da Terra mudou do "fundido" a sólido, começou a formar-se a crosta. As rochas mais antigas datam de 3,8 biliões de anos, no entanto a Terra tem cerca de 4,6 biliões de anos. A erosão e o tectonismo (Falhas/sismos) destruíram provavelmente toda a rocha mais antiga que 3,8 biliões de anos.
A Terra estava ainda em fase de arrefecimento. A crosta terrestre era necessariamente frágil e os fenómenos de vulcanismo, frequentes. Frequente era também o bombardeamento de meteoritos. Com o arrefecimento da Terra, parte da água trazida à superfície pelas erupções vulcânicas condensou-se (choveu, choveu e choveu) e formou os mares primitivos (a hidrosfera).
As tempestades constantes, e a própria atmosfera primitiva que não protegia a Terra dos raios ultravioletas, foram a fonte de energia para ocorrerem transformações nas substâncias existentes na água e começaram-se a formar moléculas orgânicas (semelhantes às proteínas, estas agruparam-se e formaram os coacervados e deles os seres vivos.
Fundos oceânicos:

Morfologia – É a forma dos fundos oceânicos.

Plataforma continental – zona pouco inclinada com 2 km de extensão e 150 m de comprimento, é o local onde vivem 90% das espécies marítimas. Faz parte da crosta continental.

Talude continental – Zona muito íngreme (a pique) que vai dos 150 m aos 4 km de profundidade. Faz parte da crosta continental.

Planície abissal – faz parte da crosta oceânica

Vulcão – Rifte

Fossa oceânica – Zona onde a crosta oceânica mergulha por baixo da crosta continental.

Dorsais – médias – oceânicas – têm 2 km de largura e de altura, são cadeias de montanhas.

Mecanismo – correntes de convecção.
Onde se contrói – fossa oceânica
Onde se detrói – rifte.
Fósseis característicos:

Fósseis característicos – São fósseis que nos fornecem indicações, quer quanto á sua idade quer quanto às características do ambiente onde se formaram. Podem ser de idade ou de fáceis.

Fósseis de idade – fósseis que nos indicam a sua idade o período de tempo em que viveram, para ser um fóssil de idade é preciso ter vivido num curto espaço de tempo e numa distribuição mundial.

Fósseis característicos – fornecem indicações quer quanto ao meio em que viveram, quer quanto ás condições de formação dos terrenos que os contêm.
Tipos de fossilização:

Incrustação – Acontece quando substâncias trazidas pelas águas que se infiltram no subsolo e se depositam em torno do ser vivo revestindo, formando uma espécie de crosta.
É mais comum em animais que morreram no interior de cavernas.
Ex: Calcite, Limonite, Pirite, Sílica.

Mineralização – Ocorre quando substâncias minerais são depositadas em cavidades existentes em ossos e troncos. Enchimento dos espaços ocos por minerais.
Ex: madeira petrificada.

Recristalização – Ocorre quando se dá um rearranjo da estrutura cristalina de um mineral, dando-lhe mais estabilidade. É o processo normal quando se dão as trocas de elementos químicos.
Ex: transformação de aragonite em calcite.

Carbonificação - Ocorre quando há perda de substâncias voláteis restando uma película de carbono. É mais frequente em seres vivos contendo quitina, celulose ou queratina.


Mumificação – Ocorre quando o ser vivo ficou aprisionado em gelo ou âmbar (resina), é o mais raro dos processos, mas devido ao âmbar e ao gelo o ser vivo conserva também as suas partes moles, dando-nos informações preciosas á cerca dele.


Moldagem – Processo mais vulgar, resulta do preenchimento interno das partes duras do ser vivo por sedimentos, ou da moldagem da parte externa das partes duras do ser vivo.


Petróleo: Rocha fóssil (marinha) no estado líquido que evapora se estiver á superfície.
Fosseis:

Fóssil –
Marcas vestígios ou restos de seres vivos que viveram na terra á muito tempo e que ficaram conservados nas rochas (transformaram-se em rochas)

Fossilização – É a passagem de um ser orgânico ao estado de fóssil, ou seja transformação da sua matéria viva num resto mineral. Para ser um fóssil o ser vivo tem que morrer, ser enterrado de imediato, ser posto ao abrigo dos agentes de compositores e mais tarde têm de existir trocas entre os elementos químicos das rochas e do ser vivo.

Paleontologia – ciência que estuda os fósseis.
Paleo – antigo Onto – ser Lógia – estudo

Paleontólogo –
pessoa (geólogo) que estuda os fósseis.